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Vladimir Putin ordena que seu exército facilite a entrada de combatentes voluntários da Síria e militares da República Centro Africana

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O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou nesta sexta-feira (11/03/2022) que seu Exército facilite o envio de combatentes “voluntários”, incluindo sírios, para a Ucrânia.

Segundo o presidente, a medida seria uma resposta à chegada ao país vizinho de “mercenários” de países ocidentais.

“Se vocês virem pessoas que queiram ir voluntariamente, e não por dinheiro, para ajudar as pessoas que vivem no Donbass (leste da Ucrânia), vocês têm que abordá-las e facilitar para elas a forma de chegar à zona de combate”, disse Putin, respondendo a uma proposta de seu ministro da Defesa, Sergei Shoigu.

De acordo com o presidente, isso se justifica, porque “os sócios ocidentais do regime ucraniano nem sequer se escondem” e reúnem abertamente “mercenários de todo mundo para enviá-los para a Ucrânia”.

A Ucrânia anunciou a criação de uma legião de estrangeiros voluntários integrada às suas Forças Armadas para combater os militares russos em seu território.

Há anos, a Rússia é acusada de recorrer a paramilitares privados, como os do nebuloso grupo Wagner, e de implantá-los em territórios de conflito como a Síria, a República Centro-Africana, ou o Mali.

O governo russo também é acusado de ter formado, desta maneira, a rebelião separatista armada pró-Moscou no Donbass ucraniano em 2014.

O ministro Shoigu “disse, acima de tudo, que a maioria dos que querem e pediram (para ir combater) são cidadãos de países do Oriente Médio, são sírios”, especificou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

A Rússia fornece apoio militar considerável ao governo sírio desde o outono de 2015, apoiando suas forças contra rebeldes e jihadistas, salvando, “de facto”, o poder de Bashar al-Assad, que agora já controla a maior parte do território.

“Se o mundo ocidental é tão entusiasta da ideia de que venham mercenários diversos e variados, então, do nosso lado, também temos voluntários que querem participar”, afirmou Peskov, acrescentando que não se trata de enviar combatentes voluntários russos para o terreno.

Confiram o vídeo dos Militares da República Centro Africana declarando o desejo de ir lutar pela Rússia na Guerra contra a Ucrânia:

*Informações dos sites Correio Braziliense e Hoje no Mundo Militar

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