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Pretrobras anuncia aumento no preço do combustível e gás de cozinha

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Os reflexos econômicos do conflito no leste europeu começam a chegar no Brasil com o novo anúncio da Petrobras: foram 57 dias sem reajustes e, agora, o preço da gasolina vai subir 18%. Isso significa que a partir de amanhã (11/03/2022) o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro.

“Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,37, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,44 por litro”, explica a nota oficial da estatal sobre o reajuste.

O anúncio traz novos valores também para o diesel e o gás de cozinha. Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 3,25, em média, para R$ 4,06 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,81 por litro.

Para o GLP, o último ajuste de preços vigorou a partir de 09/10/2021, há 152 dias. Agora, o preço médio de venda do GLP da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,86 para R$ 4,48 por quilo, equivalente a R$ 58,21 por 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por quilo.

A Petrobras alegou que os reajustes são necessários para evitar o desabastecimento e são consequência da guerra que ocorre na Ucrânia, que gerou uma série de sanções e bloqueios comerciais à Rússia, peça importante da economia energética do globo.

“Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento. A redução na oferta global de produto, ocasionada pela restrição de acesso a derivados da Rússia, regularmente exportados para países do ocidente, faz com que seja necessária uma condição de equilíbrio econômico para que os agentes importadores tomem ação imediata, e obtenham sucesso na importação de produtos de forma a complementar o suprimento de combustíveis para o Brasil”, disse a empresa por meio de nota.

A Petrobras também afirmou que “esses valores refletem parte da elevação dos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia. E que mantém o monitoramento contínuo do mercado nesse momento desafiador e de alta volatilidade”, conclui.

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