Senador Flávio Dino defende “revogaço” dos decretos que flexibilizam o uso de armas

O ex-governador do Maranhão e senador eleito Flavio Dino (PSB) defendeu, na manhã desta quinta-feira (17/11/2022), um “revogaço” para os decretos que flexibilizam o uso de armas. O governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pretende derrubar a política armamentista do atual governo federal.

Durante conversas no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, Flávio Dino, que é integrante do Grupo de Justiça e Segurança Pública do gabinete da transição, criticou os decretos atuais sobre o tema.

Para o ex-governador do Maranhão e senador eleito Flavio Dino (PSB) houve um desmonte gradual do Estatuto do Desarmamento. Para ele, esse é um tema fundamental do grupo de trabalho, que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu e foi aprovado pela sociedade brasileira.

“Existe direito adquirido a faroeste? Não. Existe direito adquirido a andar com fuzil, metralhadora? Não. Imaginemos a questão de um medicamento que hoje é permitido e amanhã passa a ser proibido. Alguém terá direito adquirido a continuar a tomar o medicamento? Não”, declarou.

Ainda na manhã desta quinta-feira (17/11), Flávio Dino defendeu a integração das áreas de Justiça e Segurança Pública. Ele afirmou que o grupo técnico que cuida das pastas não vai tratar da possível separação das áreas. O GT teve a primeira reunião nesta quinta-feira (17/11) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Dino, que é um dos nomes cotados para assumir o ministério de Justiça e Segurança Pública, também afirmou que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), irá definir se vai manter a pasta como está atualmente, com as duas áreas.

“Tecnicamente eu sempre defendi o modelo de integração porque fui juiz federal. Sei que se só existe política pública de segurança integrada com a Justiça e diálogo com as instituições”, afirmou o senador eleito.

“Claro que a integração pode se dar com dois ministérios. Agora, separar no sentido de imaginar que são poderes distantes, é um equívoco metodológico e político que conduz para a ineficiência. Policiais e guardas municipais têm que caminhar conjuntamente para poder dar resultado a sociedade”, completou. Também membro do GT Justiça e Segurança Pública, ex-deputado Wadih Damous (PT), também acredita que recriar o ministério da Segurança Pública é um equívoco.

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