Após semanas, Rússia volta a ataca Kiev no primeiro dia do G7

Os líderes do G7 ainda não haviam se posicionado para a foto oficial em frente aos alpes da Baviera, em Elmau, quando as notícias chegaram da Ucrânia. Depois de 21 dias, os russos voltaram a atacar Kiev neste domingo (26/06/2022). Catorze mísseis foram disparados contra a capital ucraniana, um deles atingiu um prédio residencial, deixando um morto e seis feridos.

É um ataque simbólico no primeiro dia do evento que deve ter justamente a Ucrânia como pano de fundo. Foi um recado da Rússia ao grupo do qual foi expulsa, em 2014, após a tomada da Criméia. Desde então, o G8 tornou-se G7 e cada vez mais anti-Kremlin.

O presidente da França e dos Estados Unidos e os primeiros-ministros do Canadá, Reino Unido, França, Itália e Japão tentam dar uma resposta mais incisiva a Vladimir Putin no momento em que parte do público, principalmente na Europa, começa a dar sinais de cansaço com o prolongamento do conflito.

Pesquisa do Conselho Europeu de Relações Internacionais mostrou que 35% dos moradores do continente defendem o fim mais rápido do conflito, ainda que isso signifique a perda de território por parte da Ucrânia. 22% acham que somente uma derrota da Rússia pode trazer paz ao continente. 43%se dividem entre as duas possibilidades.

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  1. O G7, é o Politburo do imperalismo americano, uma espécie de Conselho de Administraçao da Europa, mais preocupado em salvar a face dos nazis de Kiev que de socorrer os verdadeiros desgraçados desesperados do mundo. O número de mortos no assalto de imigrantes ilegais à cerca que separa Nador e Melilia é de 18 mortos, várias pessoas feridas durante este triste evento que finalmente sucumbiram aos seus ferimentos. 13 novas mortes devem ser deploradas entre os 76 candidatos à emigração ilegal feridos ao forçar a passagem. Mas isso nao os interessa.

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