Após mulher ser morta no Irã por não usar véu, protestos violentos se espalham no país

O Irã se prepara nesta sexta-feira (23/09/2022) para contramanifestações a favor do poder, após uma semana de protestos pela morte sob custódia policial de uma jovem que havia sido presa por usar o hijab de forma “inadequada” e que deixaram pelo menos 17 mortos.

Mahsa Amini, uma mulher curda de 22 anos, morreu depois de ser detida pela polícia moral iraniana.

A notícia da sua morte provocou uma indignação generalizada e uma onda de protestos que até quinta-feira (22/09) deixaram, segundo dados oficiais, ao menos 17 mortos, entre eles cinco membros do pessoal de segurança.

No entanto, de acordo com o Centro para os Direitos Humanos do Irã, uma organização com sede em Nova York, esse número é mais alto. “As autoridades reconheceram a morte de ao menos 17 pessoas, mas fontes independentes falam de 36” mortos, tuitou o CHRI na quinta-feira.

“Espera-se que o saldo aumente. Os líderes internacionais têm que pressionar as autoridades iranianas a autorizar as manifestações sem recorrer a armas letais”, acrescentou.

O Conselho de Coordenação de Desenvolvimento Islâmico do Irã anunciou manifestações em todo o país em apoio ao hijab e a um código de vestimenta conservador para mulheres nesta sexta-feira, informou a agência de notícias oficial Irna.

*Informações do site Correio do Povo

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