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Armênia relata mortes e perdas de posições militares em confrontos na fronteira com Azerbaijão

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Nesta terça-feira (16/11/2021), a Armênia relatou mortes e perda de posições militares em confrontos de fronteira com as tropas do Azerbaijão, um ano depois que os arquiinimigos travaram uma guerra pela disputada região de Nagorno-Karabakh.

Segundo a agência de notícias AFP, o conflito de seis semanas, que deixou mais de 6.500 mortos, terminou em novembro passado em um acordo mediado pela Rússia que viu a Armênia ceder partes do território que controlava por décadas.

O ministério da defesa da Armênia disse na terça-feira que “há mortos e feridos entre as tropas armênias como resultado dos combates que eclodiram após um ataque das forças do Azerbaijão”.

Ele disse que o número de vítimas estava sendo verificado e que a Armênia havia “perdido o controle de duas posições militares.”

O ministério informou mais tarde naquela noite que 12 soldados armênios foram capturados pelos militares do Azerbaijão.

No início da terça-feira, os dois lados se acusaram mutuamente de iniciar combates ao longo de sua fronteira comum.

“Tropas armênias atacaram posições azerbaijanas nos distritos de Kelbajar e Lachin”, disse o ministério da defesa do Azerbaijão em um comunicado, acrescentando que dois soldados azerbaijanos ficaram feridos.

O ministério disse que as tropas do Azerbaijão “pararam o avanço do inimigo, cercaram e detiveram soldados armênios”.

O Ministério das Relações Exteriores do país disse que a Armênia “está deliberadamente aumentando as tensões e não está interessada em garantir a paz e a segurança na região”.

O ministério da defesa da Armênia disse que as forças do Azerbaijão tentaram “romper” a fronteira antes de serem repelidas.

A União Europeia exortou ambas as partes a cessarem as hostilidades.

“Pedimos uma redução urgente e um cessar-fogo total”, disse o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, no Twitter.

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